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Sobre nós

A Renapsi demonstra vocação no atendimento ao Jovem há mais de 20 anos. Iniciou atividades em Goiás e, atualmente, encontra-se juridicamente representada em sete Estados brasileiros, com sede no Distrito Federal.

Anteriomente chamada de Centro de Promoção Social (Cepros), a Renapsi atua, historicamente, em três frentes relevantes para transformação social: a promoção do jovem por meio do trabalho, a prevenção e tratamento de usuários de drogas e o fortalecimento da Aprendizagem ‒ como ação de política pública nacional para a juventude ‒, por meio da Rede Pró-Aprendiz (RPA).

Coordenada pela Renapsi, a RPA é uma aliança nacional criada para difundir e fortalecer programas de Aprendizagem, segundo a lei federal 10.097/2000, como ação de política pública para a juventude brasileira.

O conceito de rede também orientou o desenvolvimento do programa de atendimento a dependentes químicos, possibilitando a conexão de entidades que, de forma complementar, atuam na prevenção, no tratamento e no processo de ressocialização de dependentes químicos, em Goiás.

Com parcerias públicas e privadas, a RENAPSI já executou projetos de qualificação profissional nas áreas de serviço, comércio e indústria, tendo atendido mais de 20 mil jovens e adultos, nos últimos cinco anos. Neste eixo de atividade, mais recentemente, criou o Sistema Pró-Emprego (SPE), em funcionamento em Palmas, no Tocantins.




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Vocação

A Renapsi é uma organização social que se apresenta como parceira da Sociedade para o combate a problemas que são considerados estruturantes da exclusão social no Brasil.

Evasão Escolar

Atualmente, dos quase 3,6 milhões de alunos matriculados na primeira série do ensino médio no início de cada ano letivo 1,8 milhão deixam a escola sem concluir o curso, segundo o censo escolar do Ministério da Educação (MEC). E o abandono da sala de aula ‒ muitas vezes motivada pela necessidade de geração de renda ‒ não garante permanência em um mercado de trabalho exigente de qualificação.

Desemprego

Dados do IBGE revelam que, nesta década, existe cerca de 3,4 milhões de jovens sem emprego no Brasil – 47% do universo de desempregados no País. Sem perspectivas de mudança social, grande parte desses jovens abandona a escola, tem as relações familiares enfraquecidas e sofre assédio do mundo do crime. A vulnerabilidade social custa ao Brasil cerca de R$ 320 bilhões/ano, investidos em saúde, segurança, educação (Banco Mundial, 2007). Cerca de 15 milhões de postos de emprego surgiram, nos últimos 10 anos, e outros 8 milhões deverão ser criado até 2015 para atender às demandas de crescimento de um Brasil em franco desenvolvimento, que sediará dois eventos de dimensão planetária, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. E neste contexto, o Programa Jovem Pioneiro se apresenta como alternativa concreta para amenizar os impactos desastrosos de um “apagão da mão-de-obra”.

Violência

De acordo com o Mapa da Violência 2010, entre 1997 e 2007, a taxa de homicídios no Brasil cresceu 11% nessa faixa etária. As maiores vítimas estão entre 15 e 29 anos, faixa etária correspondente a 28,2% da população brasileira. Desse universo, 64,9% declara ser pardo ou negro e 56% pertencem à classe D e E.

Para agir sobre tal ciclo vicioso desencadeado a partir da evasão escolar e do desemprego, situações geradoras da violência em diversos níveis, a Renapsi desenvolve uma série de ações de promoção social do Jovem, a partir de parcerias com empresas, governos e outras organizações sociais. Conheça nossas principais atividades:




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Sede - Brasília/DF

SCS, Qd. 2, Bloco C, 157, Ed. Jockey Club, Sala 601, Asa Sul,

CEP 70.302-912

brasilia@renapsi.org.br

Fone:(61) 3038-4500

Anápolis/GO

Rua Prof. Roberto Mange, 29, Centro

CEP 75.113-630

anapolis@renapsi.org.br

Fone: (62) 3098-0851

Araçu/GO

Comunidade Terapêutica Paulo de Tarso
Km 14, estrada Araçu/Ordália, GO 154, Zona Rural

CEP 75.410-000

aracu@renapsi.org.br

Fone: (62) 9686-6216

Bayeux/PB

Rua Oswaldo Cruz, 303, Imaculada

CEP 58.309-602

renapsi-pb@renapsi.org.br

Belo Horizonte/MG

Avenida do Contorno, 7962, Sl: OC002, Santo Agostinhoa

CEP 30.110-062

renapsi-mg@renapsi.org.br

Brasília/DF

Conic - Faculdade de Artes Dulcina de Moraes
SDS, Bloco C, no. 30/64, 3º andar

CEP 70.392-902

renapsi-df@renapsi.org.br

Fone:(61) 3224-5696 / (61) 3223-6888

Campo Grande/MS

Avenida Engenheiro Luthero Lopes, 565,

Jardim das Hortências III

CEP 79.084-180

renapsi-ms@renapsi.org.br

Cuiabá/MT

Rua Auta de Souza, 53,

Bairro Nova Conquista

CEP 78.056-005

renapsi-mt@renapsi.org.br

Fone:(65) 9234376

Florianópolis/SC (Renapsi/FUCAS)

Rua Deodoro 265, 2º andar, Centro

CEP 88.010-020

renapsifucas@renapsifucas.org.br

Fone: (48) 3333-8862 / 3225-5572

Goiânia/GO

Rua Coronel Luiz Sampaio, 664, Qd. 2, Lt. 18, Vila Rosa

CEP 74.843-550

Fone: (62) 3931-6300

renapsi-go@renapsi.org.br

Joinville/SC (Renapsi/FUCAS)

Rua Urussanga, 700, Bucarein

CEP 89.202.400

Fone: (47) 3801-3012 / 3801-3022

Manaus/AM

Rua Geraldo Nascimento, 93, Colônia Santo Antônio

CEP 69.093-130

renapsi-am@renapsi.org.br

Palmas/TO

Q104 Norte, Av. LO2, Lt. 24, s/n, Centro

CEP 77.006-022

Fone: (63) 3215-8000

renapsi-to@renapsi.org.br

Porto Alegre/RS

Avenida Borges de Medeiros, 659, Salas 501 e 502, Centro Histórico

CEP 90.020-023

renapsi-rs@renapsi.org.br

Porto Velho/RO

Rua José do Patrocínio, 890, Centro

CEP 76.801-068

Fone: (69) 3212-6936

email: renapsi-ro@renapsi.org.br

Recife/PE

Rua Afonso Olindense, 1946, Várzea

CEP 50.810-000

Fone: (81) 3011-1032 / 3439-2908

renapsi-pe@renapsi.org.br

São Luiz/MA

Rua 19 de Março, 119, Bairro Monte Castelo

CEP 65.035-110

Fone: (98) 8406-3153

email: renapsi-ma@renapsi.org.br

São Paulo/SP

Rua Maestro Cardim, 560, Cj. 175, Liberdade

CEP 01.323-000

Fone: (11) 2338-2359

email: renapsi-sp@renapsi.org.br




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Programa Anti-Drogas

Um grande problema vem chamando a atenção, tanto do poder público quanto dos órgãos de saúde, universidades e sociedade em geral, é o crescimento assustador de consumo de drogas psicotrópicas, especialmente do crack e do álcool principalmente por adolescentes.

A questão das drogas, lícitas e ilícitas, é hoje um dos mais dramáticos desafios institucionais enfrentado pelo país, pois as drogas deixam atrás de si rastro de muitos prejuízos e violência. Todos estão ameaçados. O álcool é droga preferida do brasileiro, correspondendo a 68,7% do total das drogas consumidas. Dados do Instituto Nacional de Políticas Públicas do Álcool e outras Drogas mostra que existem no Brasil 22,14 milhões de pessoas que enfrentam dificuldades e preconceitos para conseguirem vencer o alcoolismo. O uso abusivo do álcool provoca 2,5 milhões de mortes todos os anos.

As drogas e o álcool estão diretamente ligados ao aumento da violência. Nas delegacias, 87% das queixas de agressividade à mulher é devido ao consumo de álcool. Cerca de dois terços dos casos de espancamento de crianças ocorrem quando os pais agressores estão embriagados. 70% dos crimes violentos estão ligados às drogas, principalmente ao crack. A ameaça das drogas passou a ser a terceira maior preocupação dos brasileiros. Só perde para o desemprego e a saúde. Todo ano, cerca de 210 milhões de pessoas usam drogas ilícitas, das quais em torno de 200 mil morrem em consequência do abuso dessas substâncias. (UNODC – Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime). O crack causa dependência rápida e intensa, levando à marginalização e violência. Segundo a JIFE (Junta internacional de Fiscalização a Entorpecentes) órgão ligado a ONU, o Brasil ocupa o terceiro lugar no ranking de maior consumidor de cocaína e derivados. Os números crescem assustadoramente, hoje no Brasil o número de usuários de crack está em torno de 1,2 milhões e a idade do usuário de drogas é de 13 anos. (Dados estimados com base em dados do censo do IBGE – 2010). O crack ultrapassou fronteiras e classes sociais hoje atinge todas as camadas da população. O seu poder de destruição é devastador e suas consequências atingem não apenas os seus usuários, mas toda a sociedade, pois, além de provocar a exclusão social do usuário e a degradação familiar, também estimula a criminalidade.

O crack, não coloca em risco apenas quem consome, mas também as pessoas que convivem com o dependente. Os usuários de crack são reféns da droga, agravando assim o problema social e de segurança pública. Nesse contexto, a Renapsi atua no problema por meio da Comunidade Terapêutica Paulo de Tarso, unidade de tratamento, que tem por função a oferta de um ambiente protegido, técnica e eticamente orientado, que forneça suporte e tratamento aos usuários abusivos e ou dependentes de substâncias psicoativas. É um lugar cujo principal instrumento terapêutico é a convivência entre as pessoas. Oferece um conjunto de ações no processo de recuperação, resgatando a história de vida e a cidadania, buscando encontrar novas possibilidades de reabilitação física e psicológica e a reinserção social dos indivíduos. O local foi escolhido, por oferecer o que há de melhor em questão ambiental para esse tipo de tratamento: ambiente natural e bucólico convidando a reflexão, água em abundância, distando utilmente aproximadamente 100 km do centro da cidade de Goiânia. Atividades do programa também são desenvolvidas em unidades de atendimentos cedidas por organizações parceiras.

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Qualificação Profissional

Desde a sua fundação, a Renapsi desenvolve atividades de capacitação e qualificação profissional para jovens e adultos. As primeiras iniciativas foram no setor calçadista, contemplando também demandas dos segmentos do ramo da confecção, da tecnologia de informação, entre outras áreas que, ao longo de duas décadas, despontaram como territórios férteis para a empregabilidade.

Nas duas últimas décadas, mais de 20 mil pessoas passaram pelos cursos profissionalizantes promovidos ou executados pela Renapsi, em parceria com governos, em âmbito estadual e federal.

A mais recente iniciativa é a criação do Sistema Pró-Emprego (SPE), em 2009, em Palmas/TO, um projeto que visa a capacitação e orientação social para o trabalho, por meio de cursos gratuitos ou de baixo custo. Numa visão mais ampla, o SPE foi criado para originar uma rede nacional de formação de trabalhadores, que promova não somente capacitação e qualificação, mas encaminhamento para o mercado de trabalho de forma atual, dinâmica e interativa.

Acesse www.spe.org.br




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Rede Pró-Aprendiz

A Renapsi é entidade líder da Rede Pró-Aprendiz, uma aliança nacional que, por meio de parceria, fortalece o desenvolvimento socioeconômico, promovendo a inserção de jovens no mundo do trabalho a partir de programas de Aprendizagem.

A concepção inicial da Rede Pró-Aprendiz surge em 1999, quando duas importantes instituições, Ashoka e McKinsey, destacaram a Fundação Pró-Cerrado (FPC) com o prêmio de Melhor Plano de Negócios Sociais.

O projeto premiado traçava diretrizes ousadas para o combate à delinquência juvenil no Brasil, tendo como base a tecnologia social autosustentável e replicável do Programa Jovem Cidadão.

Em 2000, a FPC passaria a contar com um importante aliado na promoção social do jovem, ampliando as possibilidades de expansão da iniciativa: a Lei 10.097/2000, conhecida como Lei da Aprendizagem.

A experiência piloto de replicação da tecnologia social se inicia em 2002, no interior de Goiás. Nos anos seguintes, apoiada na legislação vigente e na experiência adquirida, a FPC protagoniza nacionalmente ações em defesa do fortalecimento da política pública para a juventude, por meio das práticas da Aprendizagem.

Uma dessas ações é a criação da Rede Pró-Aprendiz (RPA), em 2009, durante o V Encontro Latino Americano do Labor Juvenil, em Goiânia, que reuniu representantes de mais de 13 países da América Latina e cerca de 100 organizações sociais.

Atualmente, mais de 20 organizações, em todo o Brasil, estão integradas à RPA.

Para conhecer o trabalho da Rede Pró-Aprendiz, acesse:

www.portaldaaprendizagem.org.br




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Aprendizagem

Estruturado a partir de uma tecnologia social reconhecida pela Unesco/Fundação Banco do Brasil, o Programa de Aprendizagem executado pela Renapsi colabora para a formação integral do jovem, qualificação profissional e encaminhamento ao mundo do trabalho, com carteira assinada.

Tendo em vista as diversas mudanças ocorridas neste processo, envolvendo Escola, Família, Trabalho, o atendimento do jovem ocorre com currículo orientado por metodologia educacional especialmente desenvolvida (MEMO ‒ Metodologia Modular) e acompanhamento psicossocial atento a questões como prevenção às drogas, gravidez precoce, evasão escolar.


Conheça como é gerido o Programa de Aprendizagem executado pela Renapsi.




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Gestão Educacional

Em sala de aula, o jovem mantém contato com a MEMO ‒ Metodologia Modular que, sob aspectos pedagógicos, valoriza a diversidade humana e cultural. Do ponto de vista operacional do programa, a MEMO também foi desenvolvida com o intuito de atender à dinâmica de inserção de aprendizes, com turmas cíclicas que permitem imediato ingresso de jovens sem que seja necessário o fechamento de ciclos letivos.

A MEMO é fruto da experiência pedagógica que busca da formação integral do jovem, a metodologia traz uma proposta que une o conhecimento de nosso tempo e a inovação, com a simplicidade e a história. O resultado é um conteúdo que poderá ser utilizado em todo o Brasil, adaptando-se a cada realidade social.

A MEMO orienta o planejamento de professores. Sua aplicação está sistematizada em núcleos e organizada em encontros flexíveis que são independentes entre si, promovendo um movimento cíclico que viabiliza, a qualquer momento, a inserção do jovem no programa sem prejuízo de aprendizagem.

Sistema AR

Através do Sistema AR, a MEMO vem ganhando aplicação por meio de Educação à Distância, possibilitando acesso do conteúdo de formação a jovens residentes em todo o território brasileiro, onde houver acesso à Internet. Sistema AR é uma plataforma inovadora que agrega as principais ferramentas utilizadas pela Sociedade em Rede em suas vidas pessoais, profissionais e educacionais. Organizado em três fases distintas o Sistema AR atende ao jovem desde a pré-empregabilidade até o efetivo ingresso do mesmo no mercado de trabalho.

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Gestão Psicossocial

Consciente do impacto do programa na vida dos jovens, uma equipe multidisciplinar realiza acompanhamento psicossocial, construindo uma ponte fundamental para o sucesso do programa entre a organização executora, a empresa, a escola e a família do Aprendiz.

Considerando especificidades do atendimento psicossocial, psicólogos e assistentes sociais realizam visitas domiciliares, atendimento psicoterapêutico individual, acompanhamento em casos como liberdade assistida, gravidez precoce, adição a drogas, tentativas de suicídio, entre outros.

Também compete à Gestão Psicossocial a execução das ações de cadastramento e seleção de jovens para o Programa de Aprendizagem.

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Gestão Trabalhista

Após processo seletivo, o aprendiz é contratado com direitos trabalhistas garantidos pela CLT e, antes de ser encaminhado para a empresa ou órgão público onde atuará, o jovem já inicia sua qualificação. Conforme previsto na legislação, os direitos trabalhistas do aprendiz são: salário mínimo/hora, jornada de trabalho de 4 horas/dia ,FGTS (2%), férias, vale transporte, 13° salário, repouso semanal renumerado, benefícios previdenciários

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Gestão Operacional

Simultaneamente às etapas de seleção, capacitação e encaminhamento, a Gestão Operacional do programa busca incansavelmente novas vagas no mercado, por meio de parcerias com a iniciativa privada, o poder público e o Terceiro Setor, na intenção de constituir convênios para a contratação de novos aprendizes.

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Gestão Monitoramento e Avaliação

Todas as etapas de execução do Programa Jovem Pioneiro passam por monitoramento de rotinas e avaliação de procedimentos de forma sistemática, garantindo a qualidade dos serviços prestados à sociedade.

© Renapsi - Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração

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